Tínhamos acabado de transar e como sempre, foi maravilhoso quando a Vera, minha namorada de quase dois anos, disse a temida frase: “tenho uma coisa para te falar”. Ajeitei-me na cama e perguntei qual era o assunto e de pronto falou: “nosso namoro está terminado!”. Fiquei surpreso e lhe perguntei o porque. Ela me disse que eu nunca teria condições de lhe dar uma vida com as coisas que ela queria como: dinheiro, uma boa casa, roupas caras, viagens e outras coisas mais. Concordei com ela e lhe perguntei como ela arranjaria isto e ela disse que havia acertando com um viúvo de 65 anos que havia lhe proposto uma vida de luxo e que ela aceitara e iria viver com ele. Tentei convencê-la para não tomar esta decisão, mas não consegui e assim despedi-me saindo bastante chateado. São coisas da vida. Meu nome é Alberto, tenho 36 anos, a mesma idade da Vera e sou mecânico especializado em automóveis de alto luxo. Nasci em Leme interior de São Paulo e minha paixão por automóveis me trouxe para a capital, onde fiz inúmeros cursos. Com um bom currículo fui contratado há 4 anos pela melhor oficina de carros de luxo do país: a Supercar, onde como chefe da oficina tenho um salário muito bom, mas não suficiente para o padrão que a Vera deseja. O dono da empresa é o Artur de quem acabei ficando muito amigo. No dia seguinte ao “chute” que levei da Vera quando entrei na oficina o Artur me perguntou o que havia acontecido pois estava com uma cara péssima. Sem rodeios contei o que ocorrera e ao final me disse a Vera iria morar com o viúvo, mas poderia continuar a transar comigo ao que respondi que não me interessava pois sou homem de só mulher e não aceito dividir com ninguém. Rindo me disse que na oficina sempre aparecem diversas grã-finas e quem sabe eu poderia fisgar uma. Umas duas semanas depois estava na oficina quando entrou um Porsche Carrera vermelho, 2019, carro de uns 400.000 reais dirigida por uma menina linda. Após descer do carro disse estava falhando e que seu pai havia pedido para passar na Supercar para resolver o problema e jogar os custos na conta dele. Chamei um mecânico pedindo para verificar qual era o problema e a levei para esperar para a sala do Artur que não estava. Lá me disse que se chamava Soninha e que havia ganhado o carro um mês antes quando fizera 18 anos. Conversamos por quase 1 hora quando o mecânico entrou na sala dizendo que o cabo de alimentação das velas estava partido e já havia feito a troca. Ela agradeceu e foi embora. Dias depois ela tornou a aparecer. Perguntei se havia algum problema no carro e dizendo que não, disse que tinha vindo para me convidar para uma festa no dia seguinte como seu par. Agradeci o convite dizendo que além da diferença de idade tínhamos um abismo social enorme. Ela não aceitou o meu “não” e tanto insistiu que concordei em acompanhá-la. Assim dei-lhe meu endereço e no dia seguinte ela passou em minha casa e fomos para a tal festa que era na Hípica. Admito que a festa estava muito animada com impecável serviço de “comes e bebes” mas como não conhecia ninguém e a música estava muito alta eu não estava me sentindo confortável. Ela notando este desconforto me perguntou se eu gostaria de ir a um lugar mais calmo e quando disse que sim, pegou a minha mão e saímos de lá, menos de meia hora após termos chegado. Saímos de lá e enquanto ela dirigia conversamos. Uns 15 minutos depois entrou na garagem de um prédio. Ao descermos do carro ela disse que queria me mostrar o seu apartamento, que seu pai havia lhe dado para facilitar a sua vida pois ficava do lado da faculdade. Mal entramos no apartamento nos atracamos e em menos de 5 minutos já estávamos nus. Ela é do ramo e transamos inúmeras vezes até que por exaustão e dormimos. Quando acordei vi que já eram 7:30. Acordei-a e lhe pedi que me levasse para a Supercar pois não daria tempo para ir para casa e chegar lá às 8. Acreditem que ela queria transar mais uma vez mas a convenci que faríamos em outra hora. Ela me levou para oficina e despediu com um beijão. Ao me ver entrar, o Artur rindo, me perguntou se eu não estava com medo do Juizado de Menores me prender. Deste dia em diante passei a dormir na casa dela de 2 a 3 vezes por semana e sempre com uma grande maratona sexual. Ela de fato era uma ninfomaníaca. Depois de uns 3 meses uma tarde ela chegou na oficina com uma cara desanimada. Fui falar com ela que chorando disse que o pai dela descobrira o nosso caso e mandou que parasse senão ele tiraria o cartão de crédito e é lógico que o nosso “namoro” terminou. Devo dizer que este período com a Soninha foi ótimo e novamente fiquei solteiro. São coisas da vida. Moro perto da oficina e muitas vezes deixo o carro em casa e vou á pé. Numa manhã estava indo à pé quando numa rua paralela à avenida vi uma Mercedes parada e do seu capô saia uma fumaça preta. Apoiada no porta-malas do carro estava uma senhora muito bem vestida que chorava copiosamente. Aproximei-me e ofereci ajuda. Ela me disse que já havia chamado o guincho da seguradora, mas que eu poderia dar uma olhada. Abri o capô e vi que a correia do filtro de ventilação tinha quebrado e este havia se soltado e este era o motivo do superaquecimento. Perguntei o nome da seguradora que tinha contatado e quando ela me informou era a Fortaleza lhe disse que era uma feliz coincidência pois a Supercar onde eu trabalhava era que atendia esta seguradora naquela região. Liguei para o Artur e perguntei se havia alguma chamada e me informou que o guincho estava saindo para pegar uma Mercedes. Passei para o viva voz e pedi que ele repetisse e quando repetiu lhe disse que estava ao lado do carro e que o problema foi a correia ter quebrado. Avisei que estava com a dona do carro e iria para um café com ela e deixaria as chaves debaixo tapete do carro e depois ligaria para ele. Ela tentou contra argumentar, mas lhe disse que levaria um tempo para o guincho chegar, levar o carro e fazer o reparo e como achava que estava muito nervosa e provavelmente faminta disse que um café lhe faria muito bem. Sorrindo concordou e saímos caminhando para o café quando então me disse seu nome, Sofia e eu me apresentei. O café era bem perto e ao chegar sentamos numa mesinha e fizemos os pedidos. Foi então que começou a chorar novamente. Deixei ela chorar respeitando sem perguntar nada até que ela me olhou e me disse que estava perdida e não sabia o que deveria fazer. Então falei que todo mundo tem dias assim e que após a tempestade vem a bonança. Ela olhou para mim com um belo sorriso e disse que estava muito feliz pelo apoio que eu estava lhe dando e resolveu me contar o seu problema. Disse que estava casada há 31 anos e lhe perguntei se casara com 10 anos de idade pois para mim ela deveria ter uns 40 anos e surpreendentemente me disse que tinha 52 anos. Bem continuou que casara com um fulano que conhecera na faculdade com quem tinha uma filha que tinha 4 filhos e um filho cuja esposa estava na primeira gravidez. Contou que seu marido havia tido muito sucesso e era um empresário muito bem sucedido e que ontem havia ido a um jantar de caridade com ele. Na saída ele lhe disse para que ela fosse para casa porque no dia seguinte logo cedo iria jogar golfe e iria dormir na casa de um amigo , que estava na mesa deles durante o jantar. Concordando dirigiu-se para o carro e quando estava abrindo a porta do carro lembrou-se que esquecera de dizer a ele que no dia seguinte havia marcado um jantar com alguns amigos no Clube e assim voltou para falar com ele.
Quando estava há uns 10 metros donde ele estava, o viu de joelhos fazendo sexo oral no seu amigo e neste instante virou-se e chorando correu para o carro e saiu. Falou que saiu do jantar às 2 da manhã e rodou a noite toda tendo posto gasolina 2 vezes mas não quis voltar para sua casa porque não sabia que atitude tomar. Entre outras coisas falou que não tinha tido sexo nos últimos 2 anos e não sabia como falaria com os filhos caso decidisse pelo divórcio. Nesta hora o Artur me ligou dizendo que o carro estava pronto. Agradeci e desligando o telefone falei para a Sofia que o carro ficaria pronto dentro de umas 3 horas. Propus a ela que fossemos até minha casa para pegarmos o meu carro para irmos para a oficina. Minha casa é bastante modesta com garagem para um carro, sala, cozinha, área de serviço, banheiro e meu quarto. Ao entrarmos perguntei se queria que fizesse um almoço para nós e com surpresa ela me disse que na verdade estava precisando mais de carinho do que com fome e que trocaria a minha oferta por um abraço e um beijo. Começamos com um beijo na cozinha e em 3 minutos já estávamos em meu quarto nos despindo. A seguir transamos por um bom tempo e quando terminamos ela me beijando agradeceu porque sentiu-se novamente desejada ao que lhe disse que eu tinha adorado. Tornei a lhe oferecer o almoço e ela topou. Fiz uma macarronada e voltamos para o quarto para uma segunda sessão e quando terminamos fomos para a oficina. No caminho trocamos os números de nossos telefones e ela disse que iria me procurar até porque não queria contar o que havia me contado para ninguém e teria que falar com alguém. Chegando na oficina o Artur veio nos recepcionar. Minutos depois ela entrou no carro e foi embora. Ele dando risada disse que iria descontar o dia porque o trabalho que fiz não era remunerado. Deste dia em diante passamos a nos encontrar 1 a 2 vezes por semana na minha casa ou nas imediações pois a Sofia tinha medo de ser vista. Ainda não sabia o que faria mas observou que seu marido cada vez saia mais para jogar golfe. Ela disse que a nossa diferença de idade a incomodava mas eu disse que não e sinceramente comecei a ficar apaixonado. Um dia lhe disse que na semana seguinte teríamos o “dia dos namorados” e que gostaria de jantar fora nesta data. Ela disse que não se sentiria segura e eu sugeri ir a um pequeno restaurante em Cotia que é conhecido por receber casais que não querem ser vistos. Depois de muita luta consegui convence-la a se encontrar comigo neste local. Combinamos de nos encontrar as 19:30 horas. Como eu estava muito ansioso cheguei lá às 19:00 com um ramo de flores que lhe daria. Ao entrar o local estava vazio e sentei-me na última mesa do fundo para ver quando ela entrasse. Logo a seguir entrou uma moça muito bonita que adotou a mesma estratégia sentando-se na mesa ao lado da minha. Nesta hora chamei o garçom para pedir uma bebida e quando ele chegou fiz meu pedido e perguntei a ela se poderia lhe pagar alguma bebida e ela um pouco envergonhada aceitou e pediu uma taça de vinho. Quando o garçom se afastou eu me apresentei e ela disse que chamava Maria Clara. Começamos a conversar aguardando nossos pares. Uns 5 minutos depois entrou uma mulata linda e com um belo sorriso se dirigiu para o fundo e a Maria Clara sorrindo se levantou e as duas se abraçaram e se beijaram. A Maria Clara virou-se para mim disse: “esta é a Rosana minha namorada” eu levantei-me e me apresentei e cumprimentei a Rosana. A seguir a Rosana virou para a Maria Clara dizendo que iria para a toalete e já voltaria. Quando estava me sentando Maria Clara me disse que era casada e não sabia como falaria isto para o seu marido e nem com sua família. Então lhe disse que a parceira que eu estava aguardando havia descoberto que seu marido era gay e não sabia como resolveria a questão. Nesta hora Rosana voltou da toalete sentou-se ao lado da Maria Clara e as 2 começaram a trocar afagos. Foi nesta hora que olhei para a entrada e vi que a Sofia havia entrado e havia me visto e vinha em minha direção. Quando ela estava uns 2 metros de mim ela desviou o olhar e com surpresa disse “Maria Clara!” que na mesma hora disse “mamãe!”. São coisas da vida

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