
Fui a um jantar num dia 29, dia do “Gnocchi da Sorte”. Se dá sorte realmente não sei, mas que é agradável encontrar pessoas queridas, isso é. Uma verdadeira ocasião!
Sentei perto de primas não tão próximas, mas muito queridas. Quando é assim, a conversa rola solta, leve e interessante. Depois de assuntos como as viagens que elas fazem muitas e sempre interessantes. Seus comentários me fizeram viajar por lugares que não conheço, sobre comidas fantásticas e algumas que não dava para comer, erros de itinerários e perdidos sem falar a dialeto local enfim, partes de viagens que nunca estão nos programas cuidadosamente escolhidos a priori. Só resta ter paciência e bom humor!
Conversamos também sobre netos. Um desses casos eu adorei! Pedro, neto de uma das primas, foi com a classe visitar a fábrica do avô, quando um carro lindo passou na frente da van onde as crianças estavam. O colega ao lado de Pedro comentou: “Com esse carrão só deve ser o dono!”. Nisso quem estava dirigindo o tal do carrão, desceu e veio falar com o neto. “Oi, Pedro!” e o neto, meio constrangido respondeu: “Bom dia, senhor!” Senhor? Muito legal, não é mesmo? Muito fofo!
Comemos “gnocchi” com uma moeda embaixo do prato para ficarmos ricos, riquíssimos. Churros de sobremesa, cafezinho e nos despedimos.
Cheguei em casa, já com a chave na mão, entrei e sentei confortavelmente no sofá. Ia verificar se tinha alguma mensagem no celular mas cadê o celular? Está na bolsa. Cadê a bolsa? Meu Deus, onde foi que eu pus a dita cuja? Não! Será possível? Tinha esquecido a bolsa no Uber!
